Ali, prostrado no leito, Aquele homem gemia Antevendo em agonia Todo um sonho desfeito! Ao seu lado, em desalento, Retardando a partida, Alguém que durante a vida Viveu-lhe cada momento! Com as mãos do amado entre as suas, Pergunta-lhe, beijando as duas: “Tanto sofrimento, por quê?” E a frágil voz lamenta o fim: “Você aqui, bem perto de mim, E eu, já tão longe de você!...”